Um dia me perguntaram se eu teria coragem de ir em determinada direção. E eu fiquei pensando cá com os meus botões que não é necessário coragem quando você sabe que está indo na direção certa. Não há outro caminho a ser seguido a não ser aquele que foi escolhido por mim. A única coisa que muda é que agora eu não sou apenas uma pessoa muito feliz, subi para o ranking das pessoas mais felizes do mundo - aquelas que realizam os seu sonhos.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
registro de alegria
como você me alegra. com você alegro. você alegra as coisas ao meu redor. há pessoas que são assim. uma para a outra. outra para uma. química. mágica. ou só alegria mesmo. isso só pode ser coisa das estrelas, só pode.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
lá em cima
onde o azul é mais azul. o rosa é mais rosa. lá em cima. onde é tudo silêncio. onde o frio é menos frio. e o amor é mais amor.
terça-feira, 19 de abril de 2011
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Eu lhe confirmo
Se você não teve coragem, eu sinto muito. Eu sinto muito por você. Eu sinto muito por nós dois. Sinto por nós dois que não vivemos o que adoraríamos ter vivido. Eu sinto por todas as coisas bonitas que foram privadas de serem vistas pelos nossos olhos ao mesmo tempo. Sinto por tudo o que não admiramos juntos. Pelos lugares que não fomos. Pelas músicas que não ouvimos. Pelos quadros que não vimos. Eu sinto pelo que não compartilhamos. Aliás, para onde será que vão as coisas não compartilhadas? Eu sinto por você, que não teve coragem. Eu sinto pelas palavras doces que nunca foram ditas. Por todas as palavras que se engessaram na forma de pensamentos. Palavras nunca ditas. Palavras mortas. Áh... eu sinto tanto por elas. Sinto pelos nossos olhos. Pelos nossos lábios. Pela nossa pele. Por todas as partes do seu corpo e do meu, que se desejaram e se afastaram. Por tudo o que não aprendemos e evoluímos um com o outro. Eu sinto tanto. Por todos os momentos que você soube tão bem evitar. Mortos-vivos. Se você se afastou achando que teria sido melhor assim, eu lhe confirmo que teríamos sido sim, lindamente felizes, pelo tempo que levasse o nosso convívio.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
sábado, 30 de outubro de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A arte e a verdadeira medida das coisas
Numa tarde de chuva fui ao Margs com uma amiga para ver a exposicão do Portinari. Tudo correu bem, ufa. Exposição excelente. A companhia certa. Nossos timings estavam ajustados. Ela não precisou ficar me esperando na saída do museu. Eu não fiquei com a sensação de ter perdido nada, ví todos os detalhes que quis. Vimos juntas. Compartilhamos. Mas mais do que isso, entramos falando da vida e saímos vivendo - como ela escreveu.
Antes de entrar na exposição, tomávamos um café (os cafés sempre fazem parte das minhas visitas aos museus, ou eles aparecem antes ou depois) e conversávamos sobre relacionamentos. Uma conversa densa. Tensa. Amarrada. Cheia de dúvidas e suposições. Tantos rodeios. Especulações. Sei lá, falamos tanta coisa. E que mania essa que a gente tem de imaginar o que se passa dentro da cabeça do outro... Bem, fim da conversa, início da exposição. Pinturas, desenhos e ilustrações. Dom Quixote e Sancho Pança. Um sapateiro ou um engraxate? O menino do engenho e pronto, ao sair do museu tudo se fez claro. A situação era a mesma mas já não tinha mais o mesmo peso. O peso que nós colocamos nas coisas! Até parece que perdeu a importância, falamos. A importância que damos para determinadas situações! Parece que o problema encolheu, pensei. Os problemas são do tamanho que damos a eles.
É impressionante como a arte nos desperta e nos mostra a verdadeira medida das coisas. Moral da história: não entre na nóia, vá a um museu. Abra um livro. Leia uma poesia. Risque e rabisque. Tá triste? Ouça uma música. E depois me conte se as coisas não se ajustaram melhor.
sábado, 31 de julho de 2010
Por Nai
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